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Fotografia & Artes Visuais-

críticas & comentários

Quando a arte chega ao cemitério

Artigo de opinião:

Com o objetivo de decorar os muros do cemitério São Pedro ( localizado na avenida Juscelino Kubitschek), antes pintados de branco, grafiteiros da região foram convidados a criar sua arte no 2º encontro de grafite de Londrina. Com imagens como de gatos com asas e robôs, o grafite alegrou a paisagem das ruas em torno do São Pedro.

Além da função decorativa, essa arte também previne pichações e vandalismos nos muros. Segundo a reportagem, moradores das localidades e pessoas que transitam por ali aprovaram o projeto e agradeceram aos artistas por enfeitar o cemitério.

Creio que a iniciativa é também um incentivo à arte em todas as suas formas, mesmo que o grafite não seja apreciado por alguns. Por enquanto, todas as críticas foram positivas. Apesar de todas as suas vantagens, o projeto foi de baixo custo para a prefeitura, e um passo (embora pequeno) para a melhoria de nossa cidade.

Grafite na galeria

Artigo de opinião:

Após serem presos e terem de refazer a pintura de um muro que graffitaram sem permissão, Huggo e Carão, grafiteiros, formaram um grupo de grafite, o Capstyle, e agora expõem em espaço cultural. Utilizam telas, placas de madeira, shapes de skate e até discos de vinil.

Eles são um exemplo de como o grafite pode sair das ruas e entrar nas galerias, juntamente com outras formas de arte mais reconhecidas. O grafite é muito comumente confundido com a pichação. São sim, parecidos, mas o grafite é o lado mais artístico, e a pichação é um ato de vandalismo. Mas, ao contrário de cidades como São Paulo, Porto Alegre e Curitiba, Londrina não investe no grafite. Para os artistas, só basta uma autorização, embora sintam pouco apoio público. “Londrina não é uma cidade pequena, mas tem uma mente pequena.”, diz um dos artistas.

O grafite pode ser usado como uma arma contra as pichações e é uma forma de incentivo às artes. Cabe à prefeitura saber como usá-lo.

Museu de Arte de Londrina expõe obras do acervo permanente

Artigo de opinião:

Foram expostas 22 pinturas e três esculturas de artistas londrinenses de diversas expressões artísticas. O objetivo é levar à comunidade mais informação sobre arte. São obras pertencente ao grupo de 350 obras do acervo permanente do Museu de Arte de Lonrina.

É uma iniciativa importatante também no sentido de divulgar a arte de artistas de Lonrina. Desde fevereiro de 2010 foi disponibilizado um acervo de publicações especializadas em artes plásticas. Mesmo faltando investimentos em arte, acaba sendo

Museu de Arte de Londrina oferece curso de desenho

Artigo de Opinião:

O curso, aberto à população é uma forma de incentivar o envolvimento do londrinense no universo da arte. Não é formar artistas, mas desenvolver uma sensibilidade e uma expressão individual. Iniciativas assim mostram que o Museu não é apenas passivo, mas também oferece atividades de interação com a população, e contribuíndo para com o interesse geral pela arte.

Por meio deste trabalho, descobrimos que o movimento hippie não está morto, e ainda tem uma grande repercussão na sociedade atual.

Embora não exista como antigamente ainda podemos ver sequelas do movimento em pessoas que ainda seguem esse estilo de vida,  em estilos de se vestir, como o hippie chic, e em muitas coisas que falamos e fazemos em nosso dia-a-dia.

Este trabalho também nos mostrou que o movimento hippie foi muito mais do que o “Sexo, drogas, e rock n’ Roll”, e que nem todos os hippies são drogados ou transgressores da lei.

Miriam e Paola

Os hippies adoptavam um modo de vida comunitário tendendo a uma espécie de socialismo-anarquista ou estilo de vida nómada e à vida em comunhão com a natureza, negavam o nacionalismo e a guerra do vietnam e, bem como todas as guerras, abraçavam aspectos de religião como o budismo,hinduismo, e/ou as religiões das culturas nativas norte-americanas e estavam em desacordo com os valores tradicionais da classe média americana e das economias capitalistas. Eles enxergavam o patriarcalismo,o miltarismo,o poder governamental,as corporações industriais, massificação, o capitalismo e o autoritarismo. Nos anos 60, muitos jovens passaram a contestar a sociedade e a pôr em causa os valores tradicionais.

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Ainda hoje é discutido o verdadeiro propósito do Festival de Woodstock. Há quem defenda que o Festival deu um novo rumo à humanidade, outros vêem-no como um acontecimento ridículo que pôs fim a uma era de ingenuidade e, como sempre, há aqueles que consideram que o Festival foi uma “festa dos diabos”.
Woodstock, em1969, arrastou mais de 450 mil pessoas para uma uma fazenda em Bethel, nos subúrbios de Nova Iorque. Nos três dias que se seguiram (15, 16 e 17 de Agosto), tudo era permitido: as drogas tornaram-se legais e a liberdade para o amor era total. Estávamos perante um verdadeiro movimento de contra cultura.

[Simbolo.JPG]

Há 50 anos atrás, na Inglaterra nascia o mais famoso símbolo da paz depois da pomba branca.
O símbolo não foi criado originalmente para esse fim. O designer Gerald Holtom criou o símbolo para uma marcha a favor do desarmamento nuclear unindo dois símbolos, utilizados para comunicação por bandeiras, um para “N” (de nuclear) e outro para “D” (de desarmamento), e o círculo representando o planeta Terra.
A ideia era dar a impressão de um homem em desespero com os braços estendidos.
Depois da Inglaterra, o símbolo foi parar aos EUA e daí se espalhou pelo mundo representando vários movimentos a favor da paz, desde a guerra contra o Vietname até a luta contra o Apartheid na África do Sul.
O símbolo já foi interpretado como uma pata de galinha, uma runa que simboliza a morte, um símbolo satânico por lembrar uma cruz invertida e quebrada; e foi utilizado como símbolo de uma marca de cigarros.
Hoje, ainda é utilizado em Inglaterra com o significado original de luta contra as armas nucleares.

Fonte dos textos e imagens: http://hippiesesdica.blogspot.com/

Data de acesso: 05/09/11 às 14:37

Nenhum dos textos e vídeos desta postagem é de nossa autoria.

Qual foi a Influência da cultura hippie nos dias atuais?

Este é o nosso trabalho sobre a cultura hippie, e a influência que ela tem hoje. Então para mostrar tudo isso, a gente entrevistou pessoas que fazem parte do movimento hippie, infelizmente algumas não quiseram gravar entrevista, ex-hippies, e pessoas que vivem junto com os hippies. A gente também está incluindo um material sobre o que são os hippies.

  • Nome: Ozie
  • Função: Artesão
  • Vende seu artesanato junto com os hippies

P: Você sabe o que foi o movimento hippie, e se ele ainda existe hoje em dia?

R:Para mim, no meu entendimento, teve o movimento, teve no início, nos anos 70, mas eu acredito que hoje tem alguns que vivem ainda, mas não seria todo mundo. Até pelo sistema, pelo jeito que você é tratado no sistema, então é difícil para você continuar pra você levar, entende? Até tem alguns que ainda tem resistência. No meu caso, eu só trabalho com artesanato, não tenho nada contra a cultura, mas não vivo a filosofia.

P: Na sua opinião ainda existe muito preconceito contra os hippies?

R:Então, desde que o mundo é mundo sempre houve preconceito. Até pelo estilo, pelas vestes, então o preconceito seria mais com relação a isso. Mais também pelo visual que não se encaixa no perfil da sociedade.

  • Nome: Maria Rita
  • Função: Vendedora
  • Ex-Hippie

P: Por que você parou de ser hippie?

R: Primeiro porque eu e meu ex-marido, a gente era hippie, e eu engravidei. E, na minha concepção de vida, eu achei que não tinha condições de criar a minha filha nesse meio. Eu queria dar uma educação bacana para ela, e agora eu estou aí, trabalhando.

P: Você ainda segue algumas coisas, mesmo depois de não ser mais hippie?

R: Sim, eu tenho saião, quando eu vou tomar uma cervejinha eu coloco minha roupinha, é claro.

  • Nome: Cláudio
  • Idade: 35 anos, segue o movimento hippie há 18 anos
  • Profissão: Artesão (Vende seu artesanato no calçadão de Londrina)

Não quis ser gravado.

P: O que os hippies pregam?

R: Bem, o movimento original, que surgiu nos EUA, quando houve o festival de Woodstock e tal, tinha como bases a luta contra a guerra do Vietnam e a fuga do sistema capitalista. Muito disso ainda é o que os hippies pregam, mas agora não há mais a questão da guerra do Vietnam. Os hippies no brasil surgiram principalmente durante a ditadura militar. Eram os filhos dos burgueses que só queriam poder fazer a sua música, escrever, sem restrições, e acabaram também se opondo à ditadura. Atualmente, esses hippies são “Malucos de estrada”, que viajam juntos a pé e visitam “picos” ou pontos turísticos, lugares de difícil acesso e belezas naturais, visitados somente por milionários e também por eles, que vão a pé de um pico ao outro e acampam nesses lugares.

P: Você acha que hoje em dia ainda há muito preconceito contra os seguidores do movimento hippie?

R: Sim, claro. Hippies sempre são associados a drogas, mas nem todos os hippies são usuários, e não são só hippies que usam drogas. E o preconceito não existe só contra os hippies. Qualquer um que esteja mal-vestido também é acusado de ser usuário. Isso é uma das coisas injustas da nossa sociedade.

P: De onde vem a matéria-prima para o seu artesanato?

R: É tudo natural. Isso aqui (mostra artesanato) é feito de rabo de tatu. E tem outros de dentes de golfinho. Mas nenhum animal é morto para se conseguir esse material, é claro. Tudo vem da Amazônia. Muito do que eu uso para o meu artesanato é de animais de que as pessoas que vivem na amazônia usam para se alimantar. Eu vivi lá por quase três anos, e o estilo de vida que eles têm lá é algo muito legal. Eles preservam muito da própria cultura, com as danças e músicas típicas, como o Marajoara e o Carimbó. É muito importante essa história de preservar a cultura, porque hoje em dia no Brasil tudo é americanizado. Hoje a gente usa calça jeans, vai comer no Mc Donalds e ouve música em inglês.

P: Você é contra o uso de cosméticos? Por quê?

R: Sim. Todo o cosmético é uma agressão à natureza, e isso é contra o que os hippies querem. Principalmente tudo aquilo que é feito de petróleo. Chiclete, por exemplo. É feito de petróleo, e é uma agressão à natureza. Eu sou a favor da vida em harmonia com a natureza.

Qual foi a influência da cultura hippie nos dias atuais?

Faremos quatro posts com o objetivo de responder a essa pergunta , e com base em pesquisas e reportagens também da nossa autoria. Mostaremos também textos e informações relacionados a esse tema.

Os hippies foram um movimento de grande peso nas décadas de 50 a 70, com ideais como a rebelia contra o sitema capitalista, a paz e o amor, a vida em harmonia com a natureza e o rompimento com qualquer barreiras, como as do sexo e das drogas. Esse movimento deixou sequelas na sociedade atual e esse trabalho tem como objetivo mostrá-las e explicá-las.

Conversamos com pessoas que seguem o movimento até hoje, ex-hippies e pessoas que convivem frequentemente com participantes do movimento. Eles falaram sobre o preconceito que os hippies sofrem, sobre as vantagens e devantagens de seguirem o movimento e sobre os ideais hippies que seguem ou não.

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